Designers apresentam peças produzidas a partir do reaproveitamento de sacos de juta

Designers apresentam peças  produzidas  a partir do reaproveitamento de sacos de juta 04Dez
Rede de Inovação

Das mãos das famílias ribeirinhas para os ateliês de Agustina Comas e Flavia Amadeu.

Este foi o caminho traçado pela juta da Companhia Têxtil de Castanhal para o desfile colaborativo das designers que fez parte da programação da quarta edição do Brasil Eco Fashion Week – que ocorreu entre 18 e 28 de novembro, considerado o maior encontro de moda e sustentabilidade da América Latina.

A proposta deste desfile foi apostar na sinergia, tanto entre as designers no desenvolvimento de cada peça quanto na proposta de pensar a moda sob o olhar da sustentabilidade, foco do trabalho de Agustina e Flavia, a juta, tecido de fibras naturais capaz de regular a umidade, preservar o aroma e o sabor do café e ser completamente livre de hidrocarbonetos, mostra sua versatilidade e ganha destaque no desfile com peças exclusivas assinadas por Agustina Comas, reconhecida por sua atuação em upcycling de rejeitos da indústria têxtil para confecção de roupas e Flavia Amadeu, que dedica sua carreira à produção de biojoias e acessórios de borracha amazônica elaborados de forma sustentável por comunidades ribeirinhas e indígenas na floresta.

Além disso, as máscaras usadas no desfile são compostas de borracha Amazônica FSA (Folha Semi-Artefato), derivada do látex de árvores nativas da floresta, e de Byeplastic, um material composto de plástico reciclado de embalagens, sacolas plásticas e aparas em geral (polietileno de baixa e alta densidade). Foram batizadas de Funtastic Mask, com design de Flavia Amadeu e Ratoroi.

 

Fonte: Activa Comunicação e site Textília.net

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